Etiquetas técnicas
Artesãos que confeccionam produtos têxteis serão orientados sobre a utilização de etiquetas técnicas. A palestra, promovida pela diretoria de Design e Artesanato da Sedec será na próxima terça-feira, às 9h, no auditório do Sebrae. Inscrições gratuitas telefone 3315-1700.
A etiqueta deve ter nome ou razão social ou marca registrada do fabricante ou importador; CNPJ; país de origem; indicação de composição têxtil; tratamento de conservação; e indicação de tamanho. Mais informações no sítio www.abnt.org.br.
Postado em
Hamburger contra o câncer
Neste sábado, será realizada mais uma edição da maior campanha de combate ao câncer infanto-juvenil: toda a renda obtida na data, nos 553 restaurantes da rede McDonald´s no país, com a venda de sanduíches Big Mac - ou na McOferta número 1 - será revertida para 74 projetos de 60 instituições que atendem crianças e adolescentes em tratamento de câncer.
De acordo com Rosenita Fernandes, presidente da Apala, entidade beneficiada mais uma vez com a campanha no Estado, os recursos arrecadados com a ação serão utilizados na construção de uma área destinada ao desenvolvimento de atividades sócio-culturais, e na criação de uma horta orgânica para consumo da própria entidade.
Postado em
Prefeituras do interior 'desprezam' IPTU
Com o dinheiro 'certo' do Fundo de Participação dos Municípios - FPM e de outras fontes como a Cota Parte do ICMS, a maioria dos prefeitos de Alagoas prefere 'deixar de lado' fontes de receita própria, como o IPTU e o ISS, impostos que naturalmente dão muito mais trabalho para serem arrecadados.
Segundo levantamento da Secretaria do Tesouro Nacional, STN, todos os municípios de Alagoas arrecadaram, juntos, R$ 35,4 milhões de IPTU em 2006. Desse total, R$ 30,8 milhões (85,1%) foram arrecadados em Maceió. Os outros 101 municípios arrecaram4,6 milhões ou 14,9%.
O 'fenômeno' se repete com o ISS. Em 2006, os 102 municípios arrecadaram R$ 103,9 milhões com o Imposto Sobre Serviços. Maceió ficou R$ 70,6 milhões o equivalente a 69% do 'bolo', enquanto os outros municípios arrecadaram apenas 31%.
Postado em
Prefeitura de Maceió 'reduz' gastos com pessoal
A disputa pela prefeitura de Maceió acende a discussão sobre obras, recursos e despesas. O blog saiu a procura dos números. E descobriu que a atual gestão aumentou significativamente a receita própria. Além disso, as despesas com pessoal caíram proporcionalmente. Resultado: sobra mais dinheiro para investimentos.
Os dados são da Secretaria do Tesouro Nacional (STN) dentro das exigências da LRF. Vamos aos números. Em 2007 a Receita Corrente Líquida (RCL) da prefeitura de Maceió foi de 763,7 milhões. A despesa com pessoal foi de R$ 285,1 milhões (37,34%). Poderia chegar a R$ 391,7 milhões ('limite prudencial' de 51,3%). Em 2006, o percentual de gasto com pessoal foi de 40,44%. Ou seja, a prefeitura está gastando menos com a folha de pessoal. É dinheiro que sobra para custeio e investimentos.
Postado em
FPM ainda é a maior fonte de recursos de Macei[o
A maior fonte de recursos da prefeitura de Maceió continua sendo o Fundo de Participação dos Municípios - FPM. Mas o 'peso' do ICMS, IPVA e receitas próprias é cada vez maior. Os repasses do FPM foram de R$ 179,8 milhões em 2006 e de R$ 212,3 milhões em 2007. A cota do ICMS em 2006 foi de R$ 94,9 milhões em 2006 e de R4 105,8 milhões em 2007.
Proporcionalmente, esses repasses cresceram mais que impostos e taxas municipais. Em 2006, Maceió arrecadou R$ 30,8 milhões de IPTU. Em 2007, o valor arrecadado com o imposto foi de R$ 35,8 milhões. Em igual período a receita de ISS passou de R$ 70,6 milhões para R$ 71,4 milhões. O 'grande salto' foi do ITBI , que saiu de R$ 8,7 milhões para R$ 13,4 milhões.
Apesar do forte crescimento, a arrecadação própria de Maceió, ainda teve desempenho abaixo dos repasses federais e estaduais. Em 2004, último ano da gestão anterior a prefeitura arrecadou R$ 25,9 milhões de IPTU e R$ 45,7 milhões de ISS. Na comparação com 2004, o crescimento em 2007 foi de 38% de 54%, respectivamente.
Em 2004 os repasses do FPM e da cota de ICMS fora de R$ 126,4 milhões e R$ 66,2 milhões, respectivamente. Na comparação com 2007, o crescimento em 2007 foi de 67,8% e de 59,8%, respectivamente.
Postado em
Falta de mão-de-obra especializada, um programa nacional
Uma reportagem veiculaada essa semana no Jornal Nacional, da Rede Globo, comprova o que o blog vem 'martelando' a meses: falta mão-de-obra qualificada para a agroindústria canavieira de todo o país. E não é só. Faltam trabalhadores para as indústrias automotiva, naval, de mineração, gás, petróleo e até construção civil.
A falta profissionais qualificados, a maioria na área de produção, reflete o aquecimento econômico de um lado. Do outro, o despreparo e a falta de planejamento do país. O Brasil produz muito mais profissionais das áreas de humanas do que o mercado precisa. E muito menos em áreas onde hoje a demanda é menor.
Por ano, são formados, segundo a reportagem, apenas 12 profissionais produção e açúcar e álcool de nível superior. E só esse ano, 70 novas usinas devem entrar em operação no país.
Uma boa alternativa para os profissionais tem sido os curso de especialização. De olho nas necessidades do mercado, a STAB Regional Leste e a ESALQ/USP, promovem a partir de outubro deste ano o curso "Investimento e Gestão na Agroindústria Sucroalcooleira”.
O curso é voltado para profissionais relacionados ao agronegócio com curso superior completo, conhecimento básico de inglês e informática e terá duração de meses. A pré-inscrição pode ser feita pelo e-mail gis@stableste.org.br.
Postado em
Idiomas da discórdia
Na última semana, a coluna Mercado Alagoas publicou queixas de um líder empresarial contra o Sistema S, especialmente sobre os preços cobrados pelo Senac Alagoas para qualificar profissionais do setor de comércio e serviços. A capacitação poderia até ser gratuita ou a preços simbólicos. Mas em alguns casos chega a ser maior que os valores cobrados pela iniciativa privada.
Essa semana, o líder empresarial ligou com novas informações. Deu o exemplo do curso de idiomas (inglês) do Senac-Al, que cobra num módulo R$ 570 ou 6 parcelas de R$ 110, com duas aulas semanais, que serão realizadas entre 11 de agosto e 15 de dezembro. “O System está cobrando mensalidade de R$ 85, o Wizard cobra mensalidade de R$ 80 e o Fisk cobra mensalidade de R$ 70. Todos com valores menores para oferecer o mesmo produto”
A coluna checou as informações. E procedem. Pior. Um dos atendentes revelou que há um ano o valor do curso de inglês girava em torno de R$ 60 por mês.
Postado em
Físico-químico
A ABES/AL realiza mais curso na área de saneamento ambiental. “Tratamento físico-químico de águas residuárias” é o tema do treinamento que será realizado de 3 a 5 de setembro, no auditório do CREA/AL. O instrutor é o professor José Alves Nunes. As inscrições para profissionais custam R$ 330 e R$ 250 para sócios da ABES. Inscrições (82) 3221 4070.
Postado em
Na rota do design
A diretora de Design e Artesanato da Secretaria de Desenvolvimento, Vânia Amorim, acompanha a 'incursão' de um grupo de designers do Istituto Europeo di Design (IED) pelo artesanato alagoano. Os profissionais, vindos de São Paulo, visitam cidades do interior e ontem fizeram uma visita a Fábrica da Pedra, em Delmiro Gouveia.
A Sedec realiza em parceria com o IED um projeto inovador: criar uma marca de qualidade e design para o artesanato de Alagoas. A 'parada' na Fábrica da Pedra foi estratégica. Além base da cadeia produtiva têxtil a empresa é principal fornecedora da matéria-prima para artesanato com fios de algodão no sertão de Alagoas e Pernambuco.
O diretor executivo da Fábrica da Pedra, Joaquim Lyra e o gerente financeiro, Osvaldo Jatobá receberam, além de Vânia Amorim, o diretor de Artes Visuais do IED, Eugenio Scoletta, Giovanni Vannucchi, diretor da OZ Design e mais 12 designers do IED. O grupo visita hoje Piranhas e outras cidades do sertão do Estado.
Postado em
'Seminário Energia das Marés'
As Secretarias de Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia realizam o 'Seminário Energia das Marés', na próxima segunda-feira, no auditório da Casa da Indústria, das 8h às 12h.
Após o debate da possibilidade de gerar energia com as diferenças de marés (alta e baixa), no período da tarde gestores do governo e os representantes da Universidade Federal do Rio de Janeiro, participam de reunião para fechar convênio que permitirá o desenvolvimento de um projeto piloto em Alagoas.
O secretário adjunto de Minas e Energia da Sedec, Geoberto Espírito Santo, antecipa que o acordo técnico possibilitará a instalação de um tanque que reproduzirá o ambiente marítimo para estudos, a exemplo do que existe no Porto de Pecen, no Ceará.
O seminário deve reuniu um público de 180 pessoas entre pesquisadores, professores e estudantes. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site www.cientistamirim.al.gov.br.
Postado em